terça-feira, 11 de agosto de 2015

Resenha {Livro} - Pollyanna Moça (Eleanor H. Porter)

Boa tarde caros leitores e leitoras do meu Brasil! Como vão indo?
Hoje trago para vocês a resenha de um livro que a muito tempo eu tinha vontade de ler. Um livro que eu cheguei citar em um post (esse aqui) como alguns dos livros que eu tinha vontade de ler. E agora tive a oportunidade de ler a continuação da primeira história que me encantou a ponto de gostar de ler ^-^

E a protagonista mais otimista da história está de volta.
Após se recuperar do acidente que a deixou impossibilitada de andar durante um tempo, Pollyanna volta a cidade de Beldingsville, onde agora mora com sua tia Polly e seu novo tio, Dr. Chilton. Agora com 12 anos de idade, a jovem ainda mantém a simplicidade e continua com seu jogo do contente, levando mais pessoas a jogarem o jogo.
Tia Polly deverá fazer uma viagem com seu marido a Alemanha, deixando Pollyanna em algum local enquanto viajam. 
Enquanto isso, Della Wetherby, uma das enfermeiras que trabalha no sanatório onde Pollyanna esteve durante sua recuperação, está preocupada com sua irmã, Ruth Carrew, que vive em melancolia desde que seu sobrinho Jamie desapareceu. Della então tem a ideia de levar Pollyanna para passar alguns dias com Ruth em Boston, sabendo o que a menina já fez por tanta gente. Assim, ela escreve a Polly e Dr. Chilton pedindo que deixem que Pollyanna vá. Tia Polly não aceita de imediato, pois acha errado "usarem" Pollyanna como se a menina fosse um remédio. porém, após receber outra carta, dessa vez do doutor, amigo de seu marido, que cuidou de Pollyanna, ela acaba cedendo e deixa que Pollyanna vá a Boston enquanto ela e o marido fazem a viajem. 
A única condição de tia Polly é de não contar a Pollyanna o real motivo dela ir a Boston.

"[...] Porém, se conscientemente ela for outra que não o seu estado natural, alegre e feliz, jogando o jogo que seu pai lhe ensinou, então se tornaria, como disse a enfermeira, 'insuportável'. Por iso, seja o que for que eu resolva dizer a ela, não vou anunciar que vai morar com Mrs. Carew para alegrá-la."
(Eleanor H. Porter, p.27)

E assim, com essa missão (mesmo que inconscientemente), Pollyanna vai a seu destino.
Chegando lá, ela fica fascinada pela cidade e por todos a sua volta. Mrs. Carew, entretanto, não sente o mesmo, e já pensava em mandar a menina de volta logo assim que está chegou. Ela ainda acha que Pollyanna vai dar sermões a ela sobre como deveria estar feliz pelas coisas simples, dizendo sempre a irmã que se alguma vez a menina tentar isso, ela a mandará de volta. 
Pollyanna pouco a pouco vai conhecendo a cidade. A menina não entende o porque das pessoas não quererem conversar, nem tampouco a enorme desigualdade social que há entre os moradores: uns tendo tanto dinheiro enquanto outros mal têm o que comer. Ela não compreende porque isso ocorre e questiona Mrs. Carew, em especial pela senhora ter tudo e não ser feliz.
Os dias vão passando e Pollyanna consegue conversar com algumas pessoas da cidade (o que ela mais queria); lá ela conhece a jovem Sadie Dean e o menino Jimmy, que logo se tornam seus amigos. Ela percebe que Jimmy jogava o jogo do contente sem nem mesmo perceber e fica encantada por ele conseguir jogá-lo apesar de sua situação. Mrs. Carew, por sua vez, está mudando desde a chegada de Pollyanna, mesmo sem perceber ou admitir. E passados mais alguns dias, Pollyanna retorna a  Beldingsville. Dessa vez, porém, a menina não fica muito tempo por lá, causando certa tristeza nos moradores, em especial em seu amigo Jamie. Ela vai morar na Alemanha com tia Polly e Dr. Chilton por um tempo.
Há uma passagem de tempo na história. Pollyanna, agora com 20 anos, retorna a Beldingsville para ficar. Somente alguns na cidade sabem de seu retorno; e esses se perguntam como estará Pollyanna. Será ela a mesma, com seu jogo do contente, depois de tantos anos?

Muitas surpresas estão por vir no desfecho dessa história, que encantou e encanta até hoje. Uma leitura mais que recomendada aos que já leram a história de Pollyanna ainda criança ^-^

224 páginas | 2° edição | 2008 | Martin Claret



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