segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Resenha {Conto} Para cada infinito (Victor Almeida)

Sinopse: Miguel e Liam são os jogadores mais populares em um site de RPG online. Com a história tomando um rumo inesperado, Miguel decide tentar uma manobra arriscada, que poderá fazer Liam desaparecer para sempre. Porém, se surpreende quando o próprio garoto propõe que eles se conheçam fora da internet. Juntos, em um Gol vermelho, partem sem rumo, a fim de desbravar as riquezas do mundo real, viver pequenos momentos e dar uma chance à verdadeira amizade. Ou até algo mais.

Esse conto faz parte do projeto Contar & Criar
Falei mais sobre ele no meu outro post. Para ler, basta clicar aqui ;)

Já começo dizendo uma coisa: como faz para ter um final feliz igual o do Miguel e de Liam?? Porque por enquanto só o que eu tenho é a personalidade de Miguel mesmo; de resto, nada semelhante entre nós.
Eu, como seguidora do Victor, tive a oportunidade de ter acesso ao primeiro capitulo do conto nas redes sociais dele - o que dessa historia toda é quase nada na verdade -, mas gosto de pensar que fui uma das mais de cem pessoas que soube antes.
O Victor me deixou toda derretida com toda essa fofura de conto, houve até lágrimas de alegria no final, o que eu estava precisando depois de Antes do Agora. Eu sei que é estranho, mas queria muito poder entrar no livro e acompanhar, mesmo que atrás de uma árvore distante, toda a cena final, e ficaria ainda mais emocionada.
O Miguel é muito o Victor! Se você o acompanha fora dos vídeos logo nota isso; ele me fez pensar muito sobre zona de conforto, timidez, e em como geralmente essas coisas não nos fazem bem e podem atrapalhar bastante, e é claro RPG, sendo a segunda vez em que pessoas que participam desse mundo comentam sobre esse tipo de jogo, (que eu quero muito conhecer mais sobre) aprender a jogar e entrar nesse muito que me parece ser magnífico.
Posso dizer que Liam é o que eu, e provavelmente todo mundo que se identificou com Miguel, gostaria de ser, pronto pra qualquer coisa que vier. Eles são os opostos que preenchem um ao outro, o que ajuda a Miguel encarar essa viagem mesmo com todas suas inseguranças, porque ter um amigo virtual realmente não é fácil, assim como pode dar tudo certo pode dar tudo errado, e isso era um dos constantes pensamentos dele, além do típico “e se eu não ser uma pessoa agradável pessoalmente”, o que sempre acaba nos fazendo desistir de muitas oportunidades.

Eu terminei a leitura com aquela boa sensação de tranquilidade que dá em livros de “Road Trip”, mas com um constante pensamento que uma bagunça na rotina não seria nada mal, e eu preciso trabalhar mais isso em mim, porque logo surge aquele famoso pensamente de que vida real e ficção estão distantes, mesmo quando na verdade eles estão em uma linha tênue.

108 páginas | 1ª edição | 2016 | Contar & Criar




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