quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Resenha {Livro} O coração da Esfinge (Colleen Houck)

Atenção! Essa resenha contém spoilers do primeiro livro (resenha aqui). Leia por sua conta em risco ;) 

Livro cedido em parceria com a editora Arqueiro para resenha ♡

Começo essa resenha dando um conselho de amiga: não crie expectativas. Nunca e em hipótese alguma!
Depois de ler O despertar do príncipe, antecessor deste livro, fiquei louquinha pela continuação, pois queria saber o que iria acontecer após a separação de Lily e Amon - que a deixou bastante triste (e chata!) por sinal. Mas caramba, precisava focar na Lily se lamentando? Porque foi essa a impressão que eu tive em boa parte da história - o que acabou atrasando minha leitura :/

"Ele estava perdido para mim. Eu sabia. Tinha consciência de que deveria tentar ir em frente, talvez tentar namorar outra pessoa, mas a lembrança do meu príncipe do sol egípcio encarnado era difícil de superar [...]"
(Colleen Houck, p. 11)

Depois de se “conformar” (er... bem... mais ou menos) com a perda de Amon, Anúbis aparece para Lily afirmando que só ela será capaz de salvar o Filho do Egito. E é aí que as atitudes de Lily começam a mudar (finalmente \0/) 
Reencontrando o Dr. Hassan, Lily deverá então descobrir o que fazer para salvar seu grande amor, que está perdido e sofrendo no mundo dos mortos após os acontecimentos do livro anterior.
E nessa hora que Lily parece mais madura e até mais decida, tendo que enfrentar perigos que jamais imaginara ter de enfrentar, desde deuses impetuosos a criaturas bizarras e/ou encantadoras, ao lado de um parceiro (ou parceiros) mais improvável com quem ela poderia se aliar.

"Meus sentidos intensificados me alertaram para a presença de um estranho que eu não podia ver. Eu não estava sozinha [...]"
(Colleen Houck, p. 85)

A mitologia egípcia torna-se aqui ainda mais evidente que seu antecessor (um ponto positivo em meio aos negativos), porém pecou um pouco ao focar no romance (por parte da Lily, quero dizer); e pra piorar tem um quadrado amoroso (sim, tá mais pra triângulo do que quadrado ¬¬).
Enfim, não foi uma leitura fluida, mas no final das contas (nos últimos capítulos, para ser mais precisa), a coisa tomou um rumo legal e deu curiosidade para o próximo. Só não criarei tantas expectativas dessa vez ;)
O último livro da trilogia e o livro extra. Achei a capa do extra mais bonita (as cores *-*)

367 páginas | 1ª edição | 2016 | Arqueiro




2 comentários:

  1. Amiga te entendo, também amei o primeiro livro e embarquei nesse segundo com alta expectativa e assim como você fui pega de surpresa. Estou gostando do livro de uma forma geral, mas a energia do mesmo está diferente, sei lá mais pesada por causa dessa questão do mundo dos mortos e essa transformação na Esfinge acabou me lembrando um pouco do livro A Hospedeira, você já leu!!???
    Enfim ainda não conclui o livro e espero gostar mais dele no final, assim como você. Breve resenha lá no blog. Beijos

    P.s. Obrigada pela atenção e comentário lá no blog viu!!!

    Leituras, vida e paixões!!!

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    Respostas
    1. Oi amiga ^^
      Pois é, mudou (muito) o tom da história. Mas no final das contas eu até gostei disso, sabe?!
      Ainda não li "A Hospedeira", mas pretendo ler um dia. E agora fiquei um tanto curiosa *---*
      Aguardo sua resenha \0/

      Beijinhos e muuuuuuito obrigada pela visita.

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