quinta-feira, 29 de junho de 2017

Resenha {Livro} O visconde que me amava (Julia Quinn)

Começou uma nova temporada de bailes - e casamentos - em Londres, onde jovens moças estão debutando e em busca de um bom marido (junto de suas mães). E não poderia ser diferente para as meio-irmãs Kate e Edwina Sheffield.
Após a morte do pai das jovens damas, Mary, mãe de Edwina e madrastre (que de má não tem nada) de Kate, foi a Londres junto das filhas para que elas encontrem bons pretendentes a futuros maridos. A mais jovem, Edwina, espera encontrar um bom marido na cidade, alguém que como ela goste de ler, que seja um erudito. Já Kate, sempre prática, não está exatamente em busca de um amor: ela quer conhecer os pretendentes da irmã para saber se o escolhido será alguém digno da jovem, um homem honrado, que ame Edwina como ela merece, que não seja um libertino (principalmente isso!) e que cuja situação financeira seja suficiente para o sustento de Edwina, já que o falecido pai delas não fora um homem rico, tampouco nobre, e portanto não lhes deixara um dote - algo importante na época -; e com todas essas preocupações em mente, Kate espera primeiro ajudar e irmã para então pensar nela mesma.
Anthony Bridgerton, primogênito da viscondessa Violet e de seu falecido marido, Edmund Bridgerton, está decidido a se casar agora que está perto de completar 30 anos (mais próxima da idade que seu amado pai tinha quando viera a falecer). Anthony deseja arrumar uma esposa que lhe dará um bom herdeiro, embora saiba que não irá amá-la realmente, e com a recente chegada da bela Edwina Sheffield à cidade, ele está disposto a conquista-la de qualquer maneira. Só que para isso ele terá que antes agradar Kate, que sabendo da fama de libertino do visconde, de certo tentará impedir que esta união aconteça.

“Kate cerrou os olhos e prometeu a si mesma que aquele homem nunca se casaria com sua irmã. Seus modos eram extremamente frios e ele tinha um ar superior [...]”

Acostumado a conseguir o que quer, porém, sendo sempre decidido e determinado, Anthony tentará mostrar a Kate que ele não é exatamente o famoso monstro libertino local. Mas será que suas investidas resultarão naquilo que ele espera (casar-se com Edwina)? 
Muito romance, desejo e surpresas envolvendo as famílias das personagens principais aguardam o leitor neste segundo volume da série Os Bridgertons, que mais uma vez conseguiu me conquistar por sua leveza numa história de amor sem ser piegas (ufa!).

Ambientada ainda no princípio do século XIX em Londres, a história conquista pelos detalhes referentes àquela época, os costumes locais - em especial no que se refere ao casamento -, mostrando-se até informativo às vezes (amo!!!). Além disso, aqui é possível descobrir mais detalhes sobre a grande família Bridgerton - que a cada página lida me deixava mais encantada -, e é claro a presença da sempre irreverente Lady Whistledown, inteirando a todos sobre as “novidades” que envolvem os Bridgertons e demais membros da sociedade.

Deixo aqui então minha dica de leitura super apaixonante - e mal posso esperar para ler o terceiro volume dessa série viciante *-*

288 páginas | 1ª edição | 2013 | Arqueiro



2 comentários:

  1. Amiga fico tão feliz por você está lendo e gostando tanto dessa série, ela é mesmo apaixonante.
    Estou adorando relembrar um pouco de cada um dos livros aqui no seu blog. Com certeza quando eu tiver um tempinho pretendo reler essa delícia que é a família Bridgerton.
    Beijos

    Leituras, vida e paixões!!!

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    1. Oi amiga, bom dia ^^
      Ain, estou amando essa série cada vez mais (cada livro vai me encantando mais e mais *-*).
      Fico feliz por você estar gostando de relembrar a série e espero que consiga reler ela em breve.
      Beijinhos e obrigada pela visita!

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